quarta-feira, 11 de abril de 2012
Acredita.
Acredita quando te digo que tudo está bem quando menos achas que tenho.
Acredita que tenho o mundo aos pés quando tu vês que tudo me cai em pedaços.
Acredita que pinto o céu como quem se esquece dos seus passos e apenas se desfaz em sorrisos.
Acredita que o último toque foi o melhor.
Acredita na transformação quando me visto de mulher e digo que deixei a criança na cama.
Acredita na promessa que te faz ter o melhor sonho...
Acredita na ida sem regresso; na vontade e na sua falta.
Acredita nesse teu pensamento impossível quanto à casa onde me acolho.
Acredita na transparência quanto mais cores vires traçadas no meu rosto.
Acredita na manga molhada que diz não ter cedido à desistência.
Acredita na boca que fala que contradiz o teu pensamento.
Acredita nos olhos que te brilham e ainda te consegues perder na profundidade da sua solidão.
Acredita nos livros que leio e coloco em prática todos aquele reencontro.
Acredita no sabor que eu digo me lembrar e ainda sentir.
Acredita na minha falha de respostas; na minha falta de sentimentos, mas acredita mais ainda quando te digo de consciência.
Acredita nas feridas que digo estarem cicatrizadas.
Acredita nos lençóis em que me perdi naquela noite...
Acredita no coração acelerado cujo o significado é meu!
Acredita na fidelidade do meu nome escrito na nossa aliança, seja amor ou amizade, é o nosso triunfo.
Acredita na cartada mais forte, dê ela lágrimas ou um sorriso, acredita que tudo nela depositei.
Acredita na infinidade do meu mundo e na procura da Mulher que há em mim.
Mas acredita mais ainda que é mentira quando a encho de verdade.
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