Sim, eu sinto a voz calada; o coração atropelado. Perdi-me loucamente na inexistência do teu valor em mim; travo consequências de actos conscientes; invoco estrelas que te deitam o meu sentimento sobre ti.
Queria voltar a pedir um desejo. Dá-me essa oportunidade...
sonhava encontrar-me outra vez com o teu coração e ainda não passou um ano de ausência, passou mais que um ano de saudade!
a vida é mesmo assim, gozasse enquanto se tem, depois ficasse sentado, impávido a ver o mundo a cair sobre nós.
Sabes, não sou vitima; não minto quando digo que sou a mesma; apenas estou vulnerável, apenas mentes-te a ti mesmo porque te magoei; eu não precisei disso para acabar; experimenta, olha-me nos olhos , tem essa coragem e diz-me se vês essa falsidade, essa mudança. Pois, custa olhar nos olhos, não custa? Até ver a fotografia mais simples em que a luz esbate no tom castanho dourado do cabelo, em que as pestanas maquilham o castanho dos olhos, em que a pele macia preenche a fotografia toda...
Mas apesar de tudo, no meio desta tempestade, digo-te, é dificil ter que mentir a quem nos deu só para ela estar calma, ter o sono perfeito... cai uma lágrima cada vez que a relembro e te revejo em mim. Sinto que perdi, mas ganhei muito mais, ganhei a mim mesma. Tudo só porque ainda Gosto de ti, mas gosto muito mais de mim.
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