quarta-feira, 2 de novembro de 2011

o Tempo.


Sou uma fugitiva do tempo. Não pretendo ir à procura do tempo perdido, pois eu tornei-me nesse próprio tempo cada vez que o teu reflexo te esboçava a minha presença. 
Não percas a tua sanidade comigo, só porque deixei fugir a princesinha que vivia em mim, não deixei de ser a inocência das tuas palavras!
E sim, tinhas razão... a saudade tinha que reivindicar nem que fosse por um minuto :)



... MAS NÃO ME APANHAS NOS TEUS VÍCIOS!
Não passas de uma saudade que rodou num chão molhado, mas tal como uma asa voa a cada passo meu, voarás para bem longe do que tenho bem abraçado em mim.

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